sábado, setembro 21, 2002

Algumas coisas, essas que sempre foram só minhas e só tuas. Só minhas ou só tuas ou só nossas. Eu queria que elas nunca fossem, na verdade. Queria que elas nunca fossem de mais ninguém.
Que ninguém mais ouvisse nossas músicas. Ou pior: não queria que eles ousassem falar delas pra mim. Pro mundo. Porque elas são só nossas, sempre foram. Sempre. Tudo, muito. Tudo. O mundo às vezes devia deixar de existir, pra eu viver só do teu abraço. E ah, tem tanta coisa mais, tanta coisa mais... E o muito que tu provas ser a cada dia, ainda que silenciosamente. Ainda que eu tenha que viver isso por nós dois. Ainda.